App de programa de benefícios e engajamento. Conduzo a frente de design do produto desde Agosto/2025, responsável por Design System, redesign V.4 e features de engajamento como o Piscou Perdeu.
↓LEIA MAISNDA (Non Disclosure Agreement): Não posso compartilhar todas as informações por motivos de confidencialidade, mas posso fornecer detalhes gerais sobre minha passagem no projeto. As interfaces apresentadas não reproduzem o conteúdo original, alterei as informações para preservar a confidencialidade. Posso detalhar melhor durante uma entrevista de emprego segura.
O Vibe é um app de programa de benefícios e engajamento. O usuário acumula créditos por check-ins diários, missões, envio de notas fiscais e compras em marcas parceiras, e usa esses créditos em resgates com parceiros e em sorteios. O redesign V.4 entregou uma arquitetura organizada em quatro blocos (Use · Ganhe · Concorra · Menu) e uma Home que responde ao estado do usuário.
Uso IA no produto: para escrever as histórias de negócio e as regras por estado de usuário que sustentam a Home segmentada, para estruturar novas frentes e para refinar protótipo antes do teste. Também liderei a passagem do produto do Figma para o VS Code, hoje tocada em Claude Code, o que encurta a distância entre a decisão de design e o que chega no código. O que a IA não faz é decidir: arquitetura da informação, priorização e o que entra na versão continuam sendo trabalho meu.
Para apoiar esse trabalho montei o Hub do Vibe, um sistema interno que construí com Claude Code, com front-end em Next.js e back-end em NestJS, onde knowledge base, protótipo, design system, discovery e métricas ficam num lugar só, com assistente próprio respondendo a partir do conteúdo do produto. Não é entrega para o cliente, é como o time se organiza, e o formato virou referência interna na Loomi.
O produto precisava de alavancas estruturais para destravar o crescimento, não apenas features novas. A base vinha crescendo e o time identificou três pontos de trava: o design system evoluía em paralelo ao produto sem estratégia unificada, a Home acumulava conteúdo sem hierarquia clara, e faltava um gatilho de retorno que não dependesse de notificações agressivas.
Lidero a frente de produto desde o começo: o redesign V.4 de ponta a ponta, a pesquisa, o design system e o Hub. Consolidei a biblioteca de componentes, os tokens e a documentação viva, que virou referência interna consultada por outros projetos da Loomi.
As mecânicas de gamificação e engajamento do produto são minhas, do desenho ao comportamento: a Piscou Perdeu, oferta relâmpago com sorte que traz o usuário de volta no mesmo dia sem apelar para notificações pesadas, e o calendário do Concorra, em que cada mecânica tem o seu dia. O business case da V.4, com análise de oportunidade, arquitetura de informação e justificativa técnica das decisões, foi estruturado com apoio de IA.
Após o lançamento, a base ativa de usuários dobrou de um mês para o outro, e a taxa de resgates com frequência de duas vezes ou mais por mês atingiu entre 49% e 64%, muito acima da média do mercado de loyalty. A Head de Produto da Vibe celebrou publicamente, no LinkedIn, que o resultado de setembro foi o melhor dos últimos meses, e citou nominalmente os times de Produto, Marketing, CRM e Tecnologia no agradecimento. A feature também ganhou matéria dedicada no Valor Econômico, que citou a "Piscou Perdeu" como aposta da marca em engajamento em tempo real.
Em março de 2026, o cliente estendeu o contrato, a tradução comercial mais direta possível do impacto da V.4. Mais do que os números, o que fica é a confirmação de que uma boa feature nasce da combinação entre pesquisa, colaboração multidisciplinar e visão clara do papel que ela joga dentro do produto.
Priorizei busca e saldo no topo porque eram as duas primeiras perguntas de quem abria o app. O resto passou a aparecer por relevância, não por ordem de cadastro.
A lista virou curadoria: destaque para o que rende mais crédito e ação principal centralizada na tab bar, para encurtar o caminho até ganhar.
Reorganizei por intenção (usar, ganhar, concorrer) em vez de listar feature por feature, porque era assim que o usuário descrevia o que queria fazer.
As mecânicas deixaram de ser uma lista de features e passaram a um calendário: cada card diz o dia em que roda, e só a mecânica de hoje ganha o destaque vermelho. Em cima fica o sorteio em cartaz, com o que o usuário já acumulou.